Começou hoje (27/07/2016) o Workshop 17025 realizado pela AESAS no prédio do CRQ IV na Rua Oscar Freire em São Paulo.

–Resumo–

Branco de campo

Para os laboratórios aqui presentes na mesa de debates, é entendido que a fortificação do branco não deve ser efetuado em campo, porém, de acordo com a DICLA 57 o Inmetro no momento da avaliação poderá sim, aplicar uma não conformidade na empresa avaliada.

Rastreabilidade

Quanto maior a rastreabilidade menor será sua incerteza!

Sequência da cadeia de rastreabilidade:

  1. Calibrarão (RBC)
  2. Verificação da calibrarão (Inmetro)
  3. Verificação com 2ª fonte (materiais de referencia)

Calibrarão é diferente de Verificação

Incertezas

Tudo o que afetar o resultado final tem de ser calibrado segundo a norma.

É sabido que alguns parâmetros sofrem alterações de acordo com alguns fatores externos, por exemplo: Condutividade, o pH e o ORD sofrem variações de medições conforme a temperatura, portanto, o termômetro que será utilizado para medir a temperatura, tem que ser calibrado também; o OD, além de sofrer variação por diferenças de temperatura, também sofre influência da pressão atmosférica.

Incerteza_total = Incerteza_amostragem + Incerteza_ensaio

A incerteza vem desde o campo da amostragem, assim deve-se somar a incerteza da amostragem (que tem de ser considerada como a primeira parte) com a incerteza do ensaio, para que se possa obter a incerteza total do processo de amostragem.

Conclusão

Toda e qualquer empresa que queira entregar algum trabalho/relatório para a CETESB terá de ter a acreditação (e não certificação) do Inmetro para a ISO IEC 17025, isto é, para empresas que estejam na cadeia de amostragem de campo e ensaio laboratoriais.